F1: Equipa com constituída por 50% de homens e 50% de mulheres quer entrar em 2026
Formula Equal. É o nome da equipa que pretende entrar na F1 em 2026, que tem como elemento diferenciador ser uma equipa constituída por 50% de Homens e 50% de Mulheres. A estrutura planeia trabalhar a partir de um “país da área do Golfo” não especificado – acredita-se que a Arábia Saudita esteja entre os principais subscritores do projeto.
Craig Pollock, ex-diretor da BAR estará ao leme do projeto:
“Isto tem estado a acontecer há quase quatro anos, levando em conta a nossa ambição de proporcionar e construir oportunidades e caminhos para as mulheres chegarem ao mais alto nível dentro do desporto automóvel”, disse Pollock à CNN. “O conceito e a ideia era tentar construir uma equipa de Fórmula 1 que fosse 50% masculina, 50% feminina, o que é extremamente difícil de fazer se tivermos uma equipa de Fórmula 1 já existente. Isto é muito mais fácil a partir de uma folha limpa. Penso que seria absolutamente fantástico [ter uma mulher piloto]”, explicou Pollock. “Mas para que isto fique bem claro, não se trata apenas de mulheres a pilotar carros de Fórmula 1. Trata-se de toda a equipa; queremos que isto chegue até ao nível da direção, se conseguirmos fazer isso. Gostaríamos de ter uma equipa de Fórmula 1 com igualdade de género a avançar”.
Esta é mais um projeto que pretende entrar na F1, que se junta à Andretti, Hitech e Panthera Team Asia na lista de equipas que pretendem dar o salto para a F1.
O Autosport já não existe em versão papel, apenas na versão online.
E por essa razão, não é mais possível o Autosport continuar a disponibilizar todos os seus artigos gratuitamente.
Para que os leitores possam contribuir para a existência e evolução da qualidade do seu site preferido, criámos o Clube Autosport com inúmeras vantagens e descontos que permitirá a cada membro aceder a todos os artigos do site Autosport e ainda recuperar (varias vezes) o custo de ser membro.
Os membros do Clube Autosport receberão um cartão de membro com validade de 1 ano, que apresentarão junto das empresas parceiras como identificação.
Lista de Vantagens:
-Acesso a todos os conteúdos no site Autosport sem ter que ver a publicidade
-Desconto nos combustíveis Repsol
-Acesso a seguros especialmente desenvolvidos pela Vitorinos seguros a preços imbatíveis
-Descontos em oficinas, lojas e serviços auto
-Acesso exclusivo a eventos especialmente organizados para membros
Saiba mais AQUI





Jorge
28 Março, 2023 at 17:04
Que falta de respeito pela comunidade LGBTQIA
RedDevil
28 Março, 2023 at 21:09
E a comunidade ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ ???
Também está a ser desrespeitada…
Pedro Coelho
28 Março, 2023 at 17:58
Pessoal do Paddock: CUIDADO COM AS CARTEIRAS!!!
Craig Pollock está de volta!
E com cromos como este ainda têm dúvidas de aceitar a Andretti…
RedDevil
28 Março, 2023 at 21:03
Uma equipa do Golfo com 50/50? Será que a burka vai fazer parte do equipamento?
Isto é a coisa mais cínica, hipócrita e desprezível…
Essa equipa será uma “feira de vaidades” para as filhas de sheiks e emires, enquanto as “cidadãs comuns” do Golfo e arredores vão continuar a levar “pedrada”…
PS – Essa coisa de insistir em mulheres na F1 é uma propaganda sem fundamento, as mulheres, no geral, estão-se “marimbando” para o desporto automóvel… gasolina, óleo queimado e barulho não é a “praia” delas…
Pity
28 Março, 2023 at 23:06
Antigamente, também se dizia que o futebol não era para mulheres, hoje, até existem campeonatos mundiais femininos. Além do mais, já vemos muitas engenheiras na F1, acho que elas gostam da gasolina e do óleo queimado. Só falta surgir um talento para o volante, mas lá chegaremos.
Chicanalysis
29 Março, 2023 at 8:02
Se vão para lá para queimar óleo e gasolina mais vale ficarem em casa. Ainda há quem não entenda que é preciso acabar com essas formas de poluição?
Manuel Araujo
28 Março, 2023 at 22:20
que riso … ainda não chegamos ao 1º de Abril…. mulheres a guiar F-1 .. que comédia.. mas uma acha para a chegada do apocalipse….
Pity
28 Março, 2023 at 22:59
Tem algum problema com mulheres?
Fast Turtle
29 Março, 2023 at 0:18
Absolutamente contra. Nao contra as mulheres mas contra uma equipa que prefere preencher cotas de 50/50 em vez de dar valor ao talento e ao merito.
Suponhamos que ha 200 pessoas interessadas para 100 lugares nessa equipa. Dessas 200 pessoas 50 sao mulheres e 150 sao homens.
150 homens lutam por 50 lugares e so entra um terço deles e por ventura serao os melhores, as 50 mulheres entran todas elas sem qualquer mérito.
É esse o caminho que queremos?
Pity
29 Março, 2023 at 14:04
Bem observado. Eu, como mulher, acho que mulheres e homens devem ter oportunidades iguais, mas deve ser o mérito a decidir.
Leandro Marques
29 Março, 2023 at 23:14
Minha opinião muito simples… leis de paridade só servem o contrário do propósito da sua criação. Acho demasiado redutor para uma mulher que seja colocada em algum posto (de decisão ou não) apenas por ter nascido mulher e não pelo mérito das suas virtudes, competências e qualidades.