Os primeiros dados recolhidos do Bahrein não são animadores. Para os que esperam uma época competitiva, com incerteza e emoção, a primeira corrida não deu os melhores indicadores. A Red Bull luta sozinha pelos lugares da frente e apenas a luta pelo último lugar do pódio animou a contenda. Mas será que ainda há esperança?
A estatística e a história não definem, à partida, uma corrida ou uma época. Mas há padrões que se vão repetindo ao longo do tempo e a “Maldição do Bahrein” continua a ganhar força. Desde 2017 que o vencedor do GP do Bahrein termina a época na segunda posição. E ontem vimos Max Verstappen a vencer a corrida em Sakhir. Será um sinal de que a época nos pode surpreender? Ou apenas o regresso aos tempos de 2012 a 2015 em que o vencedor do GP do Bahrein acabou mesmo por vencer o título? Desde a vitória de Nico Rosberg em 2016 (o último a vencer no Bahrein e a conquistar o título), o piloto que termina em segundo lugar na corrida de abertura ganhou o título em quatro das seis temporadas. Veremos se a história se repete ou se reescreve. Para já, tudo aponta para uma caminhada triunfal de Max Verstappen. O melhor piloto da atualidade no melhor carro. Uma receita que dificilmente não dá títulos. Um cenário fantástico para a Red Bull, mas menos entusiasmante para os fãs que gostam de incerteza e emoção.










