Em declarações ao motorsport.com, Daniel Ricciardo mostrou-se “de mente aberta” quanto às mudanças que se preconizam nos formatos dos fins de semana de Grande Prémio a médio prazo. Esses formatos estão neste momento a ser estudados por grupos de trabalho e dali, há-de sair uma decisão que agrade a gregos e a troianos. Certo é que vai haver três experiências em Grandes Prémios este ano, no Canadá, Itália e Brasil, sendo que futuramente se decidirá se há alterações permanentes ou fica tudo na mesma.
Para já, as equipas ponderam introduzir corridas de sprint no sábado, depois duma possível corrida de qualificação de grelha inversa não ter tido grande acolhimento. Quanto às corridas sprint, Ricciardo disse que está “menos assustado” que isso ponha em risco o ADN da F1, mas espera que não elimine a emoção de ganhar um Grande Prémio: “No início, fiquei um pouco apreensivo. Mas sinto-me melhor a pensar nisso, do que numa grelha invertida. Se não decidirem nada um pouco manipulado ou artificial, por assim dizer, então ficarei menos assustado. A competição é obviamente o que mais gosto, por isso adoraria fazer mais corridas e menos treinos, ou o que quer que seja. Por isso, vai no sentido, provavelmente, do que eu quero” disse Ricciardo que não é fã da ideia de diluir os ganhos pontuais do fim de semana, demasiado: “Não quero que uma vitória se sinta diluída na sua importância. Portanto, se trouxerem outra corrida no fim-de-semana, desde que tenha o mesmo valor, então estou aberto a isso”.










