O desenvolvimento das unidades de potência foi permitido na F1 para 2017, com o sistema de ‘token’ a ser removido de modo a que os construtores tenham mais liberdade ao longo do ano. Mas os atuais motores híbridos são muito dispendiosos de desenvolver. É por isso que o presidente da Renault Sport Racing, Jerôme Stoll, acredita que os custos precisam de ser controlados na disciplina. “O híbrido é algo de interessante. O problema no final é o custo da tecnologia. Temos que ter em atenção os custos de modo a certificar-nos que temos o retorno do investimento feito. E os custos desviaram-se bastante do que deviam ser. Temos que ver como se podem controlar um pouco os cursos de desenvolvimento para cada marca automóvel”, considera Stoll.
Na resposta ao regresso da F1 à simplicidade, a motores mais ruidosos, o responsável da Renault Sport concorda com o presidente da FIA, Jean Todt, acreditando que a tecnologia evoluída é o que mantém o interesse dos construtores na disciplina. “É preciso ter em consideração que se estamos nesta competição é também por razões tecnológicas”, afirma Jerôme Stoll. “O facto de pressionarmos a introdução dos sistemas híbridos no motor, porque também mostra que mesmo na F1 podemos trabalhar pelo ambiente reduzindo o consumo entre 30 a 40 por cento. Isso é algo que ilustra o que se pode fazer nesta competição sem ter de ‘matar’ o planeta. Gosta-se da competição, gosta-se da paixão e pode-se trabalhar de uma forma que todos querem que fucione”, refere o CEO da Renault Sport Racing.












