Tendo em conta o que se está a passar com a Alpine, ainda agora com a demissão de mais dois ‘altos cargos’, as nuvens negras que pairam sobre a equipa são cada vez maiores e já se questiona durante quanto mais tempo o Grupo Renault vai manter este atual estado de coisas.
No Bahrein, ficou claro que o inverno para os lados de Enstone e Viry Chatillon não correu da melhor forma, e neste momento pode dizer-se que a Alpine está na cauda do pelotão.
Curiosamente, no ano passado, enquanto havia alguma confusão com o êxodo de funcionários, Otmar Szafnauer, chefe de equipa, depois o CEO, Laurent Rossi, que foi afastado da divisão de Fórmula 1, a Renault vendeu 25% da equipa a um grupo de investidores norte-americano, que incluía a estrela de Hollywood, Ryan Reynolds, que pagaram 200 milhões de euros por 24% da Alpine Formula 1, o que significa uma valorização da equipa de 800 milhões de euros.
Sabe-se que boa parte do atraso da equipa, deriva do motor Renault, mas isso está, infelizmente para a equipa, muito longe de ser o único problema. Pierre Gasly até se queixou no Bahrein que perdeu 10 segundos…só nas boxes em trocas de pneus.
No meio disto tudo, já se fala na oportunidade perfeita para a Andretti-Cadillac entrar na F1, claro, comprando a Alpine F1. Pode fazer sentido, porque com o novo Acordo da Concórdia a ser negociado, fala-se num ‘fee’ de 600 milhões de dólares… só para entrar na F1, isto para além de todos os custos de começar uma infraestrutura do zero.










