As bandeiras azuis geraram confusão em Singapura, mas Charlie Whiting, diretor de corrida da Fórmula 1, diz que não são necessárias alterações nas regras da bandeira azul.
A grande maioria dos pilotos levou, pelo menos, uma volta dos pilotos mais rápidos em Singapura, mas, por vezes, foi difícil os pilotos mais rápidos passarem à frente dos mais lentos, com Lewis Hamilton a ver Max Verstappen aproximar-se muito de si graças à complicação de dar uma volta a Romain Grosjean e Sergey Sirotkin e sendo alcançado por Max Verstappen.
Pouco depois foi a vez do outro piloto da Mercedes sentir dificuldades em ultrapassar um piloto mais lento, no caso Nico Hulkenberg, que tinha pneus novos. A FIA apenas mostra as bandeiras azuis quando um piloto está 1,2 segundos atrás do carro que quer passar, e Bottas disse pelo rádio que tal diferença era grande demais para uma pista como Singapura.
“O ano passado, foi um segundo, e tivemos discussões, e aumentamos para 1,2s. Não acho que deva ser mais do que isso, porque então entras numa situação em que um piloto tem que recuar e perder muito mais tempo do que realmente deveria para deixar o outro carro passar, se ele tem que fazer isso na primeira oportunidade. Se dissermos que, quando ele estiver 1,4s ou 1,6s atrás, tem que se mover para a direita, recuar e perder muito tempo… não queremos que isso aconteça porque não é justo”, disse Whiting ao Autosport britânico.










