A Audi foi incitada a contratar Mattia Binotto o mais rapidamente possível se quiser reforçar a sua entrada na Fórmula 1 para a temporada 2026. Quem aconselhou os germânicos a fazê-lo foi Cesare Fiorio, antigo diretor da Ferrari, que considera importante para a estrutura o conhecimento das unidades motrizes que Binotto pode trazer consigo.
“Se eu fosse para entrar na F1, como os alemães vão fazer, não o deixaria escapar [Mattia Binotto]”, disse Fiorio ao Corriere dello Sport. “Eu tê-lo-ia mantido [na Ferrari]. Sempre o considerei um grande técnico. O F1-75 foi, juntamente com o Red Bull, o melhor carro de 2022”.
Apesar de considerar Binotto uma boa aposta para a estrutura alemã, que vai passar a ser parceira da Sauber e que recentemente contratou Andreas Seidl, chefe de equipa da McLaren até então, como CEO, sem revelar, no entanto, o nome do responsável da equipa de Fórmula 1 após a saída de Frédéric Vasseur – curiosamente – para a Ferrari, Fiorio salientou que “não ganharam [Ferrari] devido à falta de fiabilidade, algumas más decisões estratégias e alguns erros do piloto. Binotto era um grande engenheiro, mas ser chefe de equipa é outro trabalho”.
Recentemente e segundo a publicação formu1a.uno, Binotto estará afastado das lides da F1 por um ano, não podendo aceitar cargos noutras organizações durante esses 12 meses. Normalmente o período de afastamento na F1 é de seis meses, mas a Ferrari pagou a Binotto para duplicar esse período.











