Kevin Magnussen é um dos grandes talentos da grelha de F1, mas nunca atingiu os altos voos que se esperava no início da sua carreira. 2024 tem sido uma época a tons de cinzento, com poucos pontos, com prestações abaixo do esperado e acima de tudo abaixo do seu colega de equipa.
Magnussen apenas pontuou duas vezes esta época (Austrália e Áustria) e acumulou cinco pontos. Nico Hülkenberg tem 22 pontos conquistados em seis corridas terminadas no top 10, com dois sextos lugares. A hegemonia do alemão na luta interna da Haas é evidente. E talvez por isso Magnussen recebeu “guia de marcha” e não vai permanecer na equipa. Magnussen é daqueles pilotos que se tivesse um pouco mais de sorte teria uma carreira e uma mentalidade diferente, talvez tivesse chegado a outros voos.
Neste regresso (em 2022), depois de um ano nos sportscar, Magnussen veio mais maduro, mais calmo e mais aberto a aproveitar o seu tempo na F1. E o seu contributo na Haas foi importante para a equipa estabilizar depois do pesadelo da época 2021. Mas a chegada de Hülkenberg deixou Magnussen com um papel secundário e a sua saída da equipa acabou por ser inevitável. Uma primeira metade de época com alguns momentos (poucos) bons e muitos momentos menos positivos.
Kevin Magnussen – Nota 3
Foto: Philippe Nanchino /MPSA









