Havia quem questionasse o regresso de Fernando Alonso à F1. O espanhol não caminha para novo e vinha de dois anos afastado da F1, pelo que o regresso poderia não ser o que todos esperavam. Mas Alonso voltou a não desiludir e se no seu regresso mostrou que todas as suas qualidades se mantinham intactas, este ano confirmou que está no topo da sua forma e se tivesse um carro capaz de lutar pelo título poderia ser um sério candidato. Mas a sua época fica marcada pela constante falta de fiabilidade do seu Alpine que o fez perder muitos pontos… demasiados até. Talvez por isso tenha decidido mudar-se para a Aston Martin. Alonso é um animal competitivo, mas continua a deixar marcas por onde passa, nem sempre boas. Basta ver a forma como a relação com Esteban Ocon azedou no final. Mas Alonso não está na F1 para fazer amigos, isso é claro. Quer vencer e não descansará enquanto não esgotar todas as suas possibilidades. Para este ano fica um ano que podia ter sido muito melhor. Pelas prestações que teve, merecia um oito, mas olhando aos resultados que conseguiu teremos de atribuir um sete. Uma nota algo injusta, mas que tem de ser aplicada.
Nota: 7











Sem os problemas de fiabilidade Alonso teria lutado com Norris pelo lugar de melhor do segundo pelotão. Alonso deu tudo ao longo do ano, muito motivado, determinado e nunca baixando os braços, o que tendo em conta os problemas de fiabilidade é de louvar, para mais num piloto da sua idade. Ainda que o seu foco seja a corrida, e a qualificação nunca tenha sido o seu ponto forte (ou onde aposta mais) deu 12-10 a Ocon.
Bottas nota 8 Alonso nota 7 só mesmo no Autosport.pt, se a nota é “algo injusta” não se dá…
Se calhar é a nota do Bottas que está puxada demais.
Seja como for, não faz mais sentido colocar o Bottas num ranking mais alto que o do Alonso.
O Bottas esteve bem, mas não melhor do que o Alonso.