A Ferrari deu um salto significativo na sua performance, depois da introdução de uma unidade motriz aprimorada. A Scuderia, que luta com a McLaren pelo terceiro lugar, parece ter agora mais argumentos que a sua adversária e os responsáveis da equipa britânica entendem isso.
Andreas Seidl admitiu o salto na performance da Ferrari, mas mantém o mesmo discurso, de maximizar cada fim de semana, reconhecendo que algumas pistas poderão favorecer a McLaren, mas que as pistas do final da época deverão favorecer mais a Ferrari:
“É uma realidade, deram um bom passo em frente com o seu pacote e provavelmente também com a actualização que introduziram do lado da unidade motriz”, disse Seidl. “Isso deu-lhes uma boa vantagem, especialmente nestas duas últimas corridas, em relação a nós. Esta é a realidade em que nos encontramos. Mas, ao mesmo tempo, é importante concentrarmo-nos em nós próprios. Sabemos que já não teremos mais atualizações do lado do carro, do lado da unidade motriz para o nosso carro. Sabemos que há pistas que provavelmente irão jogar um pouco mais com os pontos fortes do nosso carro, mas há pistas a chegar no final da temporada, onde iremos ter dificuldades em comparação com a Ferrari. Por isso, é importante que extraímos em todos os fins-de-semana o máximo do pacote, tal como acontece com as corridas limpas e, depois, esperemos que isso seja suficiente para as lutar até à última volta em Abu Dhabi”.
“Penso que temos de estar satisfeitos com o resultado em Austin, porque maximizamos tudo o que era possível para nós, ou até mais”, disse Seidl. “Estar à frente de um Ferrari, enquanto ambos os Ferrari foram claramente mais rápidos do que nós no fim-de-semana, é uma boa conquista. É algo que não esperaríamos necessariamente, aceitando que a Ferrari foi simplesmente muito mais rápida este fim-de-semana do que nós. Foi uma corrida bem conduzida pela equipa, por ambos os pilotos e conseguimos atingir o que estava à disposição para nós”.










A Ferrari, ao introduzir a sua nova bateria de estado sólido poderá ter dado a machadada final nas aspirações da McLaren de conquistar o terceiro lugar. Na verdade não foram obtidos ganhos significativos na potência do motor (fala-se em 16 cavalos), o que a nova tecnologia de bateria permite é utilizar a potência elétrica extra durante muito mais tempo, recarregar a mesma mais rapidamente e, como se já não fosse o suficiente, reunir tudo isto numa peça mais pequena e leve. É obra, o santo graal que os “bateristas” de carros elétricos perseguem já há uns anos. Não sei se… Ler mais »