Na busca por encurtar a margem para a Red Bull, a McLaren pretende desafiar a Ferrari, com um forte desenvolvimento ao longo da temporada, um pouco à semelhança do que foi possível fazer em 2023. No entanto, no ano passado, a equipa britânica deu passos significativos durante os meses de verão porque a base do monolugar era menos performante do que a atual. Ainda assim, Andrea Stella acredita ser possível competir com a Ferrari, que neste momento é a segunda força dentro do pelotão.
A ordem dentro do pelotão, depois das primeiras quatro corridas da temporada parece estar definida, pelo menos no que diz respeito às duas primeiras posições. A Red Bull lidera à frente da Ferrari, enquanto McLaren, Mercedes e Aston Martin podem lutar entre si, dependendo da pista e das condições.
Atualmente, existe uma diferença de 51 pontos entre a Ferrari e a McLaren, mas o responsável de Woking antecipa que a batalha pelo segundo lugar será muito mais renhida do que os números atuais sugerem, uma vez que ambas as estruturas vão apresentar atualizações que podem mudar um pouco o cenário.
“Vai ser uma corrida de atualizações”, disse Stella sobre os próximos meses da Fórmula 1. “Penso que um primeiro pacote de atualizações não será suficiente, porque eles [Ferrari] também vão atualizar [o SF24]”. Ou seja, é muito importante ter a certeza do que é introduzido em cada monolugar.
O italiano da McLaren recordou ainda que “no ano passado, fomos capazes de ultrapassar os nossos adversários com o nosso desenvolvimento”. Mas como referimos, a base do MCL38 é diferente do carro que a equipa apresentou no início da temporada anterior e também a Ferrari fez um bom trabalho no inverno, que não pode ser descurado.
Andrea Stella está otimista, afirmando que “desde que vejamos que o que levamos para a pista funciona de facto, estamos contentes. Porque assim sabemos que estamos no caminho certo”.












