A chegada de Fernando Alonso fez-se logo notar na Alpine. A sua atenção ao detalhe, o seu perfecionismo e a sua vontade de ser bem sucedido passaram imediatamente para a equipa que sentiu a exigência do espanhol. Alain Prost falou do “efeito Alonso” na equipa:
“Um efeito Alonso na Alpine? Sim. Um piloto com tal personalidade traz automaticamente algo. Fernando é muito exigente e um perfeccionista. Ele faz muitas perguntas. Cabe-nos a nós levá-lo em conta. Ele está muito consciente de que provavelmente não poderá ganhar corridas este ano, mas a verdade é que mesmo que tenha um carro para ser décimo, lutará de corpo e alma para o fazer”, disse Prost.
Mas a equipa não olha apenas para Alonso, depositando grandes esperanças em Esteban Ocon, de quem esperam muito:
“Não devemos esquecer que é sempre a dupla de pilotos que faz progredir uma equipa. Esperamos muito do Esteban Ocon. Ele conhece agora a equipa. Mudámos várias coisas para ele, por exemplo, o seu engenheiro de pista. Tudo foi feito para o fazer sentir o mais confortável possível”.












Cabe ao Alonso não desestabilizar o clima dentro da equipe. Acredito que por experiências passadas, no quesito harmonia ele tenha evoluído
Vamos aguardar pelos próximos gp’s. Se as coisas derem para torto, vão começar as lamentações do espanhol a criticar tudo e todos. E aí sim vão ter o “verdadeiro efeito Alonso”.
E o problema é que a Alpine está menos competitiva que no ano anterior,.
O reconhecimento de quem foi um grande piloto a outro grande piloto e excelente profissional como é o Alonso!
Cumprimentos
Quero ver como estará a equipa no final do ano, se continuam todos apaixonados por ele ou já começam a apontar o dedo uns aos outros e começama ouvir-se rumores que X ou Y poderá ser substituído porque Alonso “não está contente com a performance do monolugar”.
Na Mclaren também ouvi estas histórias de amor, que ia ser uma fase fantástica, passado dois anos estavam a atirar a roupa pela janela e a bloquear-se no orkut.