Em 2020 vimos provavelmente os carros mais rápidos de sempre da F1, título que deverão manter durante muito tempo, olhando para as mudanças que estão a chegar.
Na próxima época os carros terão cortes na quantidade de apoio aerodinâmico que conseguirão gerar. As mudanças no fundo plano vão tirar performance aos carros e esse corte dificilmente será compensado como explicou Toto Wolff:
“A aerodinâmica foi consideravelmente cortada no fundo plano à volta dos pneus e demorará algum tempo a recuperar o que foi retirado. Ainda estamos a meio do nosso desenvolvimento para o próximo ano, mas duvido que o consigamos rapidamente. A esse respeito, e com os pneus um pouco mais duros, não creio que estejamos perto dos tempos por volta a que assistimos este ano. Pelo menos não na primeira metade do ano”.
Quanto aos pneus falou -se que seriam um segundo por volta mais lentos, um número que Dave Robson não acredita seja o real, embora o chefe de performance da Williams acredite que não seja possível recuperar todo o tempo que se irá perder em 2021:
“Tenho a certeza que uma vez que os compreendemos e olhamos para os dados corretamente e para a interação da aerodinâmica, podemos lidar melhor com os pneus e tenho a certeza de que podemos recuperar algum tempo aí”, explicou ele. “Penso que não serão um segundo mais lentos, mas não vamos conseguir recuperar tudo. É genuinamente um pneu mais lento, o que é lógico se for mais forte e tiver mais resistência”.











