Giandomenico Basso viu-se forçado a abandonar prematuramente o Rali da Madeira, após lhe ter sido diagnosticada uma fratura na vértebra D4. O problema físico teve origem numa forte compressão na coluna sofrida pelo italiano durante a aterragem do salto do Campo da Choupana, aquando da passagem pela terceira prova especial de classificação, o troço de Palheiro Ferreiro.
Apesar dos esforços encetados pela equipa ao longo do dia, que recorreu a sessões de fisioterapia e medicação para tentar manter o concorrente em competição, a situação tornou-se insustentável. Na primeira passagem pela PEC6 Santana, logo após o túnel da freguesia da Ilha, o piloto deparou-se com uma nova compressão numa zona rápida que o seu corpo já não conseguiu suportar, dadas as limitações da lesão existente.
Na sequência destes acontecimentos, Basso foi submetido a exames médicos especializados, compreendendo radiografia e TAC, no Hospital da CUF. O diagnóstico confirmou a fratura na vértebra D4, determinando não só o afastamento definitivo da prova madeirense, mas também a interdição da prática de qualquer tipo de desporto durante os próximos três meses.
O impacto na equipa
O complicado desfecho desta participação gerou um forte sentimento de constrangimento e desilusão no seio da equipa e entre os adeptos. A perda súbita de um dos grandes animadores da prova truncou uma caminhada que prometia alto nível competitivo, visto que o verdadeiro objetivo da estrutura, conforme ficou plenamente comprovado logo no início do rali, passava claramente pela luta direta pela vitória na mítica prova insular.
Que recupere bem e volte depressa é o que lhe desejamos.










