A participação da dupla Ricardo Filipe e Rui Rodrigues (Skoda Fabia R5) no Rali da Madeira terminou mais cedo, na PEC 7 (Ribeiro Frio), devido a uma falha na transmissão.
Na altura do abandono, a equipa fixava-se no Top 20 absoluto e lutava pelo top 10 do CPR.
Apesar do desfecho, o saldo desportivo revelou-se positivo, evidenciando o ritmo consistente do piloto algarvio: “Foi um final infeliz para um rali que estava a ser muito positivo. Estávamos já na parte final da PEC 7, em Ribeiro Frio, quando uma transmissão cedeu e fomos forçados a abandonar. Até aí, estávamos a fazer aquilo que tínhamos planeado: rápidos, consistentes e sem exageros”, afirmou Ricardo Filipe.
O piloto algarvio não escondeu a frustração pelo abandono: “Quando abandonámos, estávamos já na luta pelo Top 10 entre as equipas que pontuam para o CPR e dentro do Top 20 da geral. Isso deixa-nos pena, naturalmente, porque sentíamos que havia margem para continuar a crescer ao longo do rali, mas também nos dá orgulho pelo trabalho que estávamos a fazer. A ARC Sport tudo fez para recuperar o carro, mas infelizmente não foi possível alinhar na etapa de sábado. Quero agradecer muito à equipa pelo trabalho, pelo profissionalismo e pelo apoio que me tem dado, não só na preparação do carro, mas também na minha evolução enquanto piloto”.
A presença no Rali da Madeira ficou ainda marcada pela enorme envolvência popular e para o piloto, esse ambiente voltou a confirmar o lugar especial que a prova ocupa no panorama dos ralis: “Os fãs da Madeira são únicos. A sessão de autógrafos, a Super Especial do Funchal e todo o ambiente nas estradas deram-nos uma energia incrível. É esse combustível humano que alimenta a nossa paixão e a vontade de dar tudo em prova. Apesar de tudo, saímos da Madeira com pena pelo abandono, mas também com a certeza de que continuamos a evoluir. Este rali mostrou que estamos cada vez mais competitivos e isso dá-nos muita motivação para continuar a trabalhar”, concluiu Ricardo Filipe.










