Oscar Piastri terminou o Grande Prémio da Áustria no quarto lugar, recuperando do sétimo posto na grelha. O australiano reconheceu, contudo, que a McLaren necessita de melhorar de forma generalizada para lutar consistentemente com Mercedes e Ferrari.
Piastri cruzou a linha de chegada a cerca de 22 segundos do vencedor George Russell, mas claramente à frente de Lewis Hamilton, quinto, e Charles Leclerc, oitavo, um resultado considerado positivo, dado que a Ferrari se encontra 45 pontos à frente da McLaren no campeonato de construtores. O piloto descreveu o resultado como superior ao esperado pela equipa, destacando a capacidade de extrair o máximo do MCL40.
Apesar do resultado animador, Piastri foi rápido a temperar o entusiasmo. Após oito rondas, a equipa ocupa o terceiro lugar com 159 pontos, já 143 atrás da Mercedes e 45 da Ferrari, sem qualquer vitória registada em 2026. Os quatro pódios da temporada, dois por Piastri e dois por Norris, ilustram um carro capaz de superar ocasionalmente as expectativas, mas sem ritmo suficiente para o fazer de forma regular. Segundo Piastri, o MCL40 não apresenta uma fraqueza específica identificável, necessitando simplesmente de mais performance e aderência de forma transversal.
“Pareceu uma boa corrida, e fomos capazes de executar bem e aplicar algumas coisas que aprendi nas últimas semanas” disse Piastri. “O ritmo foi mais forte do que esperávamos, e conseguir desafiar e bater a Ferrari foi definitivamente um ponto positivo para a equipa. Sinto que tirámos o máximo do carro e isso é uma boa sensação. No entanto, ainda precisamos de encontrar mais ritmo se quisermos estar lá em cima a desafiar os três primeiros de forma consistente. Não temos uma área específica de fraqueza; precisamos simplesmente de mais performance e aderência globais para dar esse próximo passo. Continuaremos a trabalhar nisso, e focaremo-nos em levar este ímpeto para as próximas corridas.”








