O diretor do GP dos Países Baixos, Jan Lammers, confirmou que a prova de Zandvoort terminará após 2026 devido a restrições financeiras. Ao contrário de muitos outros eventos de F1, o GP dos Países Baixos funciona sem subsídios do governo, tornando difícil sustentar os altos custos, que podem chegar a 70 milhões de euros. Embora a corrida tenha sido um grande sucesso desde o seu regresso em 2021, os organizadores não conseguem justificar os riscos financeiros para além de seis edições.
“Em última análise, temos de o fazer sem subsídios nos Países Baixos”, afirmou Lammers à Ziggo Sport. “É completamente por nossa conta e risco. É bom que toda a gente esteja satisfeita connosco, mas somos nós que temos de lidar com as perdas. Depois, toda a gente pode dizer que nos divertimos com o dinheiro do tio Jan”, sorriu Lammers, um antigo piloto de Fórmula 1. Se já estamos a falar de um custo de mais de 50 milhões, e sabemos que vai custar isso, pode ser da ordem dos 70 milhões”, explicou Lammers. “É um risco que alguém tem de correr. Por isso, se soubermos de antemão que vamos ter sucesso com estas seis edições, acho que devemos deixar as coisas como estão. E estou muito orgulhoso disso. Significa que fomos bem sucedidos do princípio ao fim. Assumimos o risco e, por causa do Max (Verstappen), a oportunidade estava lá.”
Entretanto, Spa-Francorchamps fará parte da nova rotação de corridas europeias da F1 a partir de 2027, mas Nurburgring, na Alemanha, excluiu a sua participação devido à inviabilidade financeira.











