É apenas uma curiosidade , mas em 2024, Max Verstappen e Charles Leclerc protagonizaram uma ‘disputa’ acirrada nos circuitos citadinos, acumulando ambos 122 pontos nas provas realizadas em locais icónicos como o Mónaco, Singapura e Las Vegas, entre outros. Esse desempenho destaca a competitividade no “mini-campeonato” das pistas citadinas, onde a habilidade de saber fugir dos muros e enfrentar curvas apertadas e características únicas dos circuitos urbanos é crucial.
Os dois pilotos ficaram com os mesmo pontos no mini-campeonato dos circuitos citadinos da Fórmula 1 em 2024, Arábia Saudita, Austrália, Miami, Mónaco, Canadá, Azerbaijão, Singapura e Las Vegas.
Como se sabe, estes circuitos citadinos da Fórmula 1 apresentam características únicas que os diferenciam muito entre si, o Mónaco é o mais curto, com 3,337 km, conhecido por suas ruas estreitas e curvas apertadas.
Já Baku (Azerbaijão) é a antítese: Um dos mais longos, com 6,003 km, combina uma longa reta com secções técnicas na cidade velha. Singapura entrou na história como o primeiro circuito noturno da F1, é também desafiador e fica a meio caminho entre o Mónaco e Baku em termos de tipologia.
Quanto aos desafios técnicos, o Mónaco exige precisão extrema devido à proximidade dos muros, Singapura apresenta 23 curvas, o maior número entre os circuitos mencionados, além de grandes desafios para os pilotos devido ao calor e humidade. Miami é recente no calendário, tem um layout mais moderno, diversificado.
Entre os que têm características únicas destaque para o Canadá (Montreal), que combina longas retas com travagens e chicanes complicadas. A Arábia Saudita (Jeddah) é um dos circuitos de rua mais rápidos, ainda assim bem diferente da Austrália (Melbourne) que mistura secções rápidas, com técnicas, no Albert Park.
Por fim, Las Vegas, um circuito de alta velocidade nas famosas ruas da cidade.










