A Q1 redundou em alguns grandes choques. A Haas perdeu os dois carros, Nico Hulkenberg normalmente anda bem no molhado, e aquele carro parecia ser o melhor do 2º pelotão no seco. Mas não foi um choque tão grande quanto Lewis Hamilton, mestre do tempo molhado, que costumava ser um dos melhores, se não o melhor, numa volta… Foi eliminado no Q1 pela terceira vez este ano.
O inglês queixou-se que não tinha aderência, estava a deslizar por todo o lado. Para começar, não tinha confiança – mas será que isso estava relacionado com o piloto ou com o carro?
É que George Russell foi P3. Podem ter afinações diferentes, mas a margem entre ambos é demasiado grande para ser normal…
No início da Q2, Oscar Piastri apostou nos pneus intermédios, com a maioria com pneus de chuva.
Parece que a aposta foi boa. A onze minutos do fim da Q2, intermédios parecem ser os pneus ideais.
O plano para a maioria foi fazer uma volta em piso molhado, entrar para os ‘inters’ e depois sair para o final. Verstappen conseguiu a melhor volta, foi para o topo com 1m 27,771s, quatro décimos à frente do seu colega de equipa. Mas Piastri foi muito, muito mais rápido nos inters e deixou Verstappen a seis décimos.
O crossover dos pneus chegou a 10 minutos do fim da Q2, mas Carlos Sainz saiu de pista e causou nova bandeira vermelha. O espanhol foi parar às barreiras e o relógio parou quando faltavam 5:51 para o final da Q2.










