É uma opinião que deve ser tida em conta. Logan Sargeant considera que a diferença entre os carros de F2 e os monolugares da F1 é demasiado grande. Para o piloto americano, essa diferença leva a algumas dificuldades de adaptação.
A diferença entre a F2 e a F1 será sempre substancial. Falamos de uma categoria de iniciação com orçamentos limitados e do pináculo do desporto motorizado em que se gasta consideravelmente mais dinheiro. Mas Sargeant acredita que a diferença deveria ser minimizada:
“Penso que a F2 é uma grande série que tem grandes pilotos, mas penso que a diferença entre os carros é provavelmente um pouco grande demais para o que deveria ser. Há muito mais pormenores na F1 e há muito mais coisas que contribuem para o desempenho do que simplesmente entrar no carro e conduzir como se faz na F2. Há tantas coisas que se podem fazer do ponto de vista da condução que não se consegue fazer num carro de F2.”
Isso mostra que a exigência da F1 não está apenas no plano da pilotagem, mas sim de toda a engenharia por detrás da máquina. Ainda recentemente, Alex Albon falou das dificuldades que sentiu na sua passagem pela Red Bull, especificando a comunicação com os engenheiros como um dos pontos fracos dessa altura. Junta-se agora a isso esta visão de Sargeant. Tudo isto para mostrar que subir à F1 não é tão simples quanto parece e apenas jovens muito bem preparados e com muito talento podem dar essa impressão











