Thierry Neuville/Martijn Wydaeghe (Hyundai i20 N Rally1) terminaram o Rali da Suécia na segunda posição, mostrando melhorias face ao que se viu da equipa no Rali de Monte Carlo, mas ainda não chega, pois a toyota está melhor e a Ford tem carro, mas os pilotos têm que fazer o seu trabalho, Neuville liderava o rali no fim do 1º dia, algo bom depois do que se viu em Monte-Carlo: “É bom, não sabíamos quando aqui chegámos, se poderíamos estar na liderança após o primeiro dia, porque pensávamos que em termos de desempenho, provavelmente ainda nos faltava algo, para lá de que a posição na estrada que tinha, não podíamos imaginar que, após o primeiro dia, poderíamos estar na liderança. Mas de alguma forma o primeiro dia foi muito forte, tudo funcionou bem e eu senti-me realmente forte no carro. O segundo e terceiro dia foram um pouco mais difíceis, mas no final eu diria que o trabalho foi bem feito, e todos estão felizes” começou por dizer o belga, que explicou ainda não conhecer bem os limites do carro: “é difícil de sentir. O meu engenheiro fez-me a mesma pergunta e eu disse: ‘Não sei, às vezes sinto que não consigo guiar mais depressa porque não me sinto suficientemente confortável’. Nunca tive uma sensação muito boa que nos dá a oportunidade de protelar a travagem, de entrar mais depressa nas curvas, e foi sempre um pouco dura a minha pilotagem. Mas eu sabia que não conseguiria melhor do que estava a fazer, especialmente no sábado, por isso tive de lidar com isso, e adaptar a minha condução, mas infelizmente cometi dois erros, que me custaram alguns segundos, mas de qualquer forma, no final, penso que o resultado não foi influenciado por isso.
Resumindo, sabemos onde temos de trabalhar para voltarmos aqui e vencer…”









