As recentes notícias do interesse de Michael Andretti em entrar na F1 com uma equipa criada de raiz não entusiasmaram Toto Wolff. O chefe da equipa Mercedes considera que a F1 tem equipas suficientes.
Durante algum tempo, era dito que 10 equipas (20 carros) eram pouco para a F1 e que era necessário mais uma ou duas equipas para permitir a entrada de novos talentos e melhorar as corridas. No entanto, com a assinatura do novo Pacto de Concórdia, que prevê uma distribuição mais equitativa do dinheiro, além de valorizar muito mais as equipas já presentes no campeonato (com o limite de custos a permitir às estruturas anteciparem lucros), a entrada de novas equipas pode diluir esses lucros.
A postura de Wolff quanto à possível entrada da Andretti mostra uma mudança de postura. O chefe da Mercedes parece concordar que dez equipas são suficientes. “Mais do que isso apenas dilui o retorno”, é citado pela Auto Motor und Sport. “Que equipa mereceria participar na categoria de topo do desporto automóvel? Penso que se um fabricante entrasse, teríamos certamente de falar sobre isso. Mas nenhum candidato credível bateu ainda à porta”.
Assim, podemos entender que qualquer estrutura privada que queira entrar na F1 terá vida muito difícil pois as equipas não querem dividir o dinheiro com outras equipas. No entanto, se for um construtor o cenário poderá ser diferente.











