A introdução de 10% de combustíveis sustentável (bioetanol) vai resultar numa diminuição da potência dos motores. Segundo a Honda, será muito difícil atingir os valores do ano passado e o trabalho de desenvolvimento deste ano está focado na recuperação dessa potência.
O bioetanol usado tem menos energia que o combustível normalmente usado na F1, pelo que um aumento na quantidade de bio etanol usado ( 4 a 7%) nos combustíveis anteriores resulta sempre numa redução da potência.
Yasuaki Asagi, antigo responsável da Honda e membro do novo programa de motores da Red Bull, acredita que será muito complicado recuperar os valores de potência do ano passado. Questionado pelo Motorsport.com sobre a potência que será perdida, respondeu ele: “Isso é um segredo. Parece que outras empresas dizem que é mais ou menos o mesmo, mas, fazer tal anúncio significa que é difícil obter a mesma potência que no ano passado. A resposta ao combustível E10 é o maior [desafio]. A arquitetura do motor já tinha sido definida (com a nova unidade motriz de 2021), pelo que fizemos alterações para trazer à tona o melhor desempenho com o combustível E10. Quando se trata de combustível E10, a potência e energia que tem com o mesmo peso são reduzidas. Esta é a característica do álcool combustível. Por outro lado, a combustão anormal do combustível antigo será agora mais fácil de controlar. O nosso objetivo é a máxima eficiência, mas com o combustível E10 a potência do motor também diminuirá e a quantidade de geração de energia também diminuirá”.











