Em declarações ao Dirtfish, Thierry Neuville mostrou não ter gostado que o seu novo companheiro de equipa na Hyundai, Oliver Solberg, tenha abandonado devido à introdução de fumos no cockpit do Hyundai i20 N Rally1, alegando que se tivessem chegado dois carros ao fim do rali isso era importante para a equipa em termos de pontuação para os construtores.
Neuville entende que devido ao trabalho que a equipa teve, de preparação: “ver que o Oliver (Solberg) não conseguiu chegar ao fim por alguns pequenos problemas é um pouco dececionante. Era importante para os pontos dos fabricantes. Não gosto de ver que desistimos tão rapidamente”, disse ao Dirtfish.
A verdade é que Oliver Solberg desde cedo se começou a queixar deste problema, o que não sucedeu nos carros de Ott Tanak e Thierry Neuville. Contudo, o pior de tudo é a insensibilidade do belga, porque aquele nível, se um piloto decide ‘encostar’, é porque tem muito bons motivos para isso, pois, ainda por cima um jovem com tudo para provar, o que quer é o mais tempo possível a guiar o carro, para aprender e evoluir. Isso diz-nos que Oliver Solberg, ao decidir abandonar, fê-lo porque era mesmo necessário e ter um colega a endereçar-lhe palavras pouco simpáticas através da imprensa não é muito bom.










