É uma das consequências do atraso da chegada do material aerotransportado para o Brasil. O recolher obrigatório das equipas foi removido para permitir às equipas trabalharem durante a noite para terminarem a instalação do material que apenas hoje chegou à pista de Interlagos. Isso terá consequências para as equipas mais afetadas.
Segundo os relatos que chegam do Brasil, McLaren e Ferrari são as equipas mais afetadas pelo atraso e deverão ser as que mais vão sofrer durante o fim de semana. Uma noite de trabalho intenso, a que se seguirá um dia também intenso, com treinos e qualificação. O fim de semana seguirá de forma implacável, com o sábado a ter a corrida sprint e no domingo o GP. Isto a meio de uma jornada tripla, que irá para o Catar para a terceira corrida em fins de semana consecutivos.
Este cenário corre o risco de se repetir e pode explicar um número veiculado que 24% do staff que trabalha em pista deverá abandonar pois as exigências pessoais são demasiado pesadas para aguentar, algo que tenderá a piorar com mais jornadas triplas e com mais corridas sprint. É um problema que tem de ser resolvido, pois corre-se o risco de pessoal qualificado optar por campeonatos menos intensos. Afinal o sonho de trabalhar na F1 começa a não convencer os que já lá trabalham.










