Com a entrada em vigor do limite orçamental, tornou-se imperativo para as equipas evitar gastos desnecessários, dependendo também dos pilotos para que a fatura ao final do ano não fique mais cara.
Cada toque, cada acidente que um piloto tenha, implica um gasto extra para as equipas que, apesar de terem isso em conta, querem sempre minimizar ao máximo esses gastos para poderem usar o dinheiro em pesquisa e desenvolvimento. Fernando Alonso é o piloto que menos dores de cabeça tem dado, tendo no seu registo apenas uma asa dianteira partida no Mónaco. A Alpine é a equipa que menos gastou este ano em peças extra, sendo que Esteban Ocon também só precisou de um fundo plano novo em Imola, além de uma frente nova (Asa e suspensão) no GP da Áustria. A despesa total dos dois pilotos é de pouco mais de meio milhão de dólares, sendo que as restantes equipas já ultrapassaram largamente o milhão de dólares em peças extra. Red Bull, Ferrari, Haas e Mercedes foram as equipas que mais gastaram, estimando-se que já tenham desembolsado mais de quatro milhões em peças novas após incidentes. Max Verstappen, Mick Schumacher e Valtteri Bottas foram os pilotos que mais fizeram gastar as equipas, com as trocas de chassis a não serem baratas.
É apenas um pormenor, mas na F1 o sucesso é atingido graças aos pormenores e se a tendência se mantiver em 2022, a Alpine poderá ter um trunfo a seu favor.











