São 4 corridas sem ganhar para a Mercedes, todas vitórias para a Red Bull, mesmo nos traçados onde, aparentemente, os “flechas prateadas” seriam mais fortes, como Paul Ricard e Baku.
Enquanto, Toto Wolff continua a dizer que não vão arriscar 2022, porque será um ano importante e que em que têm de jogar com o teto orçamental, por isso não deverão apostar no chassis de 2021, Lewis Hamilton, depois de não ter conseguido chegar-se a Max Verstappen na primeira das duas corridas do Red Bull Ring, avisou que o carro tem de melhorar: “Precisamos de encontrar alguma performance, precisamos de algum tipo de atualização, precisamos de fazer um forcing.”
Christian Horner, que está do outro lado da barricada, também está convencido que virão atualizações de Brackley para os monolugares de Hamilton e Valtteri Bottas.
“Sabemos que Toto gosta de atirar a luz para outro lado, por isso não acredito que eles passarão o resto deste ano sem trazer um único componente novo para o carro.Mas, como digo, o que podemos fazer é concentrarmo-nos no nosso próprio trabalho. Claro que temos de equilibrar entre este ano e o próximo, mas se isso significa que todos temos de trabalhar um pouco mais do que as outras equipas, estamos completamente à altura”.
O líder da Red Bull Racing, diz que os ganhos dos seus carros são “marginais” e se deve ao trabalho que foi feito na fábrica, não estando a sua estrutura a comprometer o projeto do próximo ano.
“Pela primeira vez em bastante tempo, este ano saímos da fábrica com um carro competitivo e conseguimos otimizá-lo e afiná-lo. Mas estamos no topo da curva com estes carros, que estão em ganhos marginais e, obviamente, quando olhamos para o novo carro do próximo ano, cada vez que passa por um ciclo de desenvolvimento, são passos significativos. Por isso, temos o equilíbrio certo entre os ganhos marginais para este ano e os grandes passos para o próximo ano. Mas isso não é diferente de como tem sido no passado”.













