Antes da prova, todos os pilotos diziam que o segundo dia do Rali Safari iria ser absolutamente demolidor, que era bem mais difícil que o primeiro. Ora bem, terminado que está o segundo dia de prova, não houve incidentes, e o que se conclui, para lá da evidência que todos, sem exceção, passaram a andar bem abaixo do que tentaram fazer no primeiro dia, para além disso aprenderam e adaptaram-se ao traçado único do Rali Safari, isto depois de na sexta-feira terem ‘levado’ um banho de humildade face à prova.
No dia de ontem, Elfyn Evans, Dani Sordo, Oliver Solberg, Lorenzo Bertelli e Kalle Rovanperä abandonaram a prova por motivos diversos, mas hoje todos os World Rally Cars chegaram incólumes ao fim do dia.
Só mesmo Adrien Fourmaux teve um ligeiro problema, que lhe poderia ter acontecido em qualquer lado: perdeu o teto de abrir e o pó invadiu o cockpit, tornando muito difícil à dupla terminar o penúltimo troço. No último, só a chuva baralhou as coisas para alguns.
Logicamente, o primeiro dia de prova foi um enorme teste para todos, e os erros não foram cometidos no segundo dia em que ninguém atacou.
Outro dos exemplos que fugiram do habitual foram as notas. A maioria mudou imenso as suas notas de uma passagem para outra. O maior problema? A falta de referências nos troços.
Outro, rodar numa reta com avisos de pedras à esquerda, direita, várias duplas ‘perderam-se’, não sabendo onde já estavam e tiveram que o fazer à vista nessas zonas.












