Tal como já tínhamos revelado, as restrições inerentes à covid-19, levam a que a M-Sport tenha necessitado de colocar em prática um plano de contingência, de modo a poder marcar presença no Rali Safari. A primeira consequência de todo este processo é a retirada da inscrição de Adrien Fourmaux, que estava previsto correr no WRC2.
Tendo em conta que, devido ao facto do Quénia estar na ‘lista vermelha’ da Grã-Bretanha quanto à covid-19, a M-Sport decidiu – porque a tecnologia o permite – seguir a prova à distância, a partir da Grã-Bretanha, sendo a ‘comitiva’ da M-Sport presente na estrada, toda a que não pode operar à distância. Mecânicos, engenheiros, catering, operações, etc, pilotos e navegadores, claro, marcam presença. Quem for ao Quénia, não regressa à Grã-Bretanha, vai diretamente para a Estónia, provavelmente para ali testar, onde só precisam de fazer uma quarentena de três dias. Daí regressam à Grã-Bretanha e daí novamente para a Estónia, prova que se segue ao Safari.
Os carros, guiados por Gus Greensmith e Adrien Fourmaux, vão diretamente do Quénia, para a Estónia, via Amsterdão, onde serão preparados para a prova.
A vida da M-Sport nos últimos tempos tem sido bem complicada, até porque as coisas na Grã-Bretanha mudam a cada três semanas e não não para planear para lá desse período, pois o plano pode sair ‘furado’. No terreno, a equipa terá Maciek Woda, da M-Sport Polónia, com Malcolm Wilson e Richard Millener a gerirem a equipa a partir de Inglaterra.












