Para muito do público, o Rali de Portugal não foi muito diferente dos anteriores, mas para quem trabalha na, com e para a prova, as coisas foram mesmo muito diferentes, e, contas feitas, há que dizer ‘chapeau’ ao ACP, porque sabendo da dificuldade que é organizar um Rali de Portugal, este ano as coisas foram totalmente exponenciadas com tudo o que havia de fazer a mais para controlar, na medida do possível o público.
Houve muito menos espectadores nos troços, a GNR fez um trabalho fantástico, as aplicações que o ACP teve ao seu serviço funcionaram e na estrada, nos acessos, e nas ZE, pode dizer-se que tudo correu às mil maravilhas, em termos gerais. Já não era novidade o bom trabalho da GNR, este ano, mostraram mais uma vez que sem eles o Rali de Portugal não tinha o sucesso que tem.
Carlos Barbosa disse à agência Lusa, que “as instâncias internacionais ficaram abismadas como é que Portugal consegue fazer as coisas tão bem. Mostraram-se muito contentes pela forma com o nosso rali decorreu. Por isso, os meus parabéns a todos os portugueses que contribuíram para tal”, e tem razões para isso, porque seu bem o que passou parte da equipa do ACP com que mais contacto: “Conseguimos cumprir as regras de segurança que estavam previstas. Estou muito contente do ponto de vista desportivo e social. Todos foram excecionais”, completou Carlos Barbosa.
A verdade é que o Rali de Portugal continua a ser um exemplo como fazer bem. Tomara ao país em termos gerais ter o mesmo nível face aos seus principais congéneres europeus, que o Rali de Portugal tem face às outras boas organizações.










