Como se sabe a Fórmula 1 decidiu este ano encurtar os dois treinos livres de sexta-feira de 90 para 60 minutos e Toto Wolff explica, do ponto de vista das suas equipas, o que muda com essa medida: “É obviamente tudo muito mais comprimido, o que é bom. Toda a gente vai estar mais cedo na pista, os pilotos vão rodar mais tempo, em vez de uma espera táctica para que a pista melhore. O programa é como muitas das sextas-feiras de treinos livres anteriores, fazendo algumas séries mais longas de voltas. Não se trata de simulações de Grande Prémio, mas de mais voltas consecutivas, e de tentar afinar o carro em condições climáticas o mais semelhantes possível em relação ao que se pode esperar da qualificação e da corrida” disse Toto Wolff.
Já Cristhian Horner é também de opinião que a primeira conclusão é que há sempre muito mais atividade em pista: “Acho que o lado positivo é, como diz Toto, haver mais ação em pista, porque tem de se meter em 60 minutos o que fazia nos 90 minutos anteriores. Séries curtas, séries mais longas, tudo o que é mais relevante para a qualificação e para a corrida. Como sabemos, as características dos carro vão ser um pouco diferentes à medida que a temperatura muda e obviamente esses dados são importantes para os engenheiros e pilotos obterem uma leitura tanto para a qualificação como para a corrida”.









