Habituámos-nos a que a Mercedes produza consistentemente a um nível muito elevado durante toda a era turbo-híbrida da F1, desde 2014, pelo que quando mesmo algo tão pequeno como um problema de caixa de velocidades atinge os Flechas Prateadas, agora pretas, isso chama a atenção. Os pequenos problemas mecânicos são tudo menos invulgares nesta fase da época, é para isso que – também – servem os testes. No entanto, para Valtteri Bottas, contar apenas seis voltas na sua primeira manhã de testes não foi o ideal. Nesse dia, o campeão mundial, Lewis Hamilton, foi para a pista à tarde, mas só conseguiu 42 voltas o que significou que a Mercedes terminou no fundo das tabelas de quilometragem.
No segundo dia, Valtteri Bottas fez voltar os sorrisos à Mercedes, ao ser o mais rápido em pista, mas continuou a ser um segundo dia cheio de desafios para os campeões mundiais, até porque um dia depois duma troca de caixa de velocidades ter deixado o Bottas sentado na garagem durante 3h30m, a equipa voltou a perder tempo quando Lewis Hamilton fez um pião na Curva 13, trazendo uma bandeira vermelha.
A Mercedes também sofreu outro problema de caixa de velocidades, desta vez com uma das suas unidades Aston Martin, facto que limitou o novo recruta da equipa, Sebastian Vettel a apenas oito voltas nesse dia.
Seja como for, Hamilton disse que ainda não havia razão para se preocuparem: “Temos menos quilómetros em comparação com outros, como o Red Bull, mas estamos a tentar realizar o nosso programa e gerir a quantidade de voltas”. Apesar da saída de pista, a Mercedes conseguiu no segundo dia apenas uma volta menos do que a Red Bull.









