Marc Priestley é um antigo mecânico da McLaren que hoje em dia se ‘movimenta’ bem nos corredores da Fórmula 1, e no seu canal de YouTube revelou que a FIA pediu recentemente a todos os fabricantes de motores de Fórmula 1 que lhes transmitissem como é o funcionamento exato do seu sistema ERS. Como se sabe, o ERS determina quanta potência o MGU-K pode fornecer e segundo Priestley a FIA suspeita que alguns fabricantes estão a exceder essa quantidade máxima, de forma semelhante à que a Ferrari manipulou o fluxo de combustível no ano passado, resumidamente, através da manipulação de um sensor. Priestley especula que a que a Ferrari está a ajudar a FIA a localizar software semelhante dos concorrentes: “Falei com várias à volta da Ferrari e entre as equipas que usam unidades motrizes Ferrari acreditam agora que têm o único motor legal a ser utilizado neste momento. Outras, que não foram investigadas com tanto rigor quanto a Ferrari, podem não estar a seguir a letra da lei”. Segundo Priestley, uma investigação está atualmente em curso…










Se for verdade… fazem um acordo secreto com a FIA. O acordo secreto da Ferrari foi muito mau até para a Ferrari, pois deu um sinal óbvio para todas as outras equipas que há um nível de batota que se pode fazer sem que resulte em penalização, perda de pontos, etc. É possível uma lógica pelas equipas de “vamos fazer uma coisa idêntica porque já sabemos qual a consequência. Não podemos mexer no motor de combustão, mas vamos inventar na parte eléctrica. No final, se descobertos, levamos uma slap in the wrist e fazemos um acordo secreto” É secreto, mas… Ler mais »