F1: E se a Ferrari tiver atualmente a única unidade motriz…legal?
Marc Priestley é um antigo mecânico da McLaren que hoje em dia se ‘movimenta’ bem nos corredores da Fórmula 1, e no seu canal de YouTube revelou que a FIA pediu recentemente a todos os fabricantes de motores de Fórmula 1 que lhes transmitissem como é o funcionamento exato do seu sistema ERS. Como se sabe, o ERS determina quanta potência o MGU-K pode fornecer e segundo Priestley a FIA suspeita que alguns fabricantes estão a exceder essa quantidade máxima, de forma semelhante à que a Ferrari manipulou o fluxo de combustível no ano passado, resumidamente, através da manipulação de um sensor. Priestley especula que a que a Ferrari está a ajudar a FIA a localizar software semelhante dos concorrentes: “Falei com várias à volta da Ferrari e entre as equipas que usam unidades motrizes Ferrari acreditam agora que têm o único motor legal a ser utilizado neste momento. Outras, que não foram investigadas com tanto rigor quanto a Ferrari, podem não estar a seguir a letra da lei”. Segundo Priestley, uma investigação está atualmente em curso…
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jo baue
20 Agosto, 2020 at 21:32
Tudo isto está falseado pela incapacidade da FIA ( infestada de renegados da Ferrari com contas para ajustar) provar com exactidão que todos respeitam as regras. E se por uma vez o fez foi exclusivamente porque houve delação. Portanto é natural pensar na conivencia entre quem vence (há 7anos) e quem não controla, como devia.
Manuel Gonçalves
21 Agosto, 2020 at 10:35
Tocou-te na ferida… já que gostam e investigar por tudo e por nada a equipa italiana, porque não da mesma maneira todos os outros? Quem tem cu tem medo lá diz o ditado.
Lagafe
21 Agosto, 2020 at 22:56
olha lá e não foi sempre assim? Desde a “proibição” do BT 46 ou do Lotus 88?
RedDevil
21 Agosto, 2020 at 0:58
Se isto fôr verdade… é o fim da F1… a FIA perde toda a credibilidade como organizadora de um campeonato desta importância…
Por enquanto, vou continuar a acreditar que tem gente “com miolos” à frente da FIA…
Manuel Gonçalves
21 Agosto, 2020 at 10:36
Há quem não diga ou pense o mesmo.
Tiago Ribeiro
21 Agosto, 2020 at 6:18
A F1 actual perdeu o encanto. Só a aldrabice. Alguma coisa tem que ser feito, senão o fim está próximo. Já tenho saudades de ver um grande prémio com emoção
Lagafe
21 Agosto, 2020 at 23:11
realmente era encantador quando a Brabham enganava a malta com tanques de agua para, com o fan car, os mapas de motores da Red Bull, o duplo travão da Mclaren ou a suspensão ativa da benetton.
A F1 sempre foi aldrabar os regulamentos, a diferença é que agora não são tão evidentes. Esse é o encanto da F1, de outra forma é melhor ver Indycar.
Não me chateies
21 Agosto, 2020 at 9:23
Não seria simples se a fia fizesse como nos anos 80, desmnte um motor, desmonte um carro e veja se está tudo legal.
Carlos Soares
21 Agosto, 2020 at 10:01
Com regulamentos tão apertados qq dia em vez de regulamentar fazem um manual de instruções sobre como construir as unidades de potência e ficam todos iguais qual Porsche supercup….
Manuel Gonçalves
21 Agosto, 2020 at 10:33
Agora é tarde demais… entretanto foram 4 campeonatos. Mais do mesmo; quando se souber é mais um titulo entregue… se vale tudo, siga.
FormulaTwo+1
21 Agosto, 2020 at 10:57
Fazem os regulamentos tão complexos que se fica com a ideia que depois não os conseguem verificar, resultando tudo numa enorme salgalhada! Como em tudo na vida, e a F1 não será exceção, as regras querem-se o mais simples possível para que o seu cumprimento seja facilmente garantido. Caso contrário, ninguém se entende! E dúvidas destas a pairar ano ar só descredibilizam o campeonato!
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21 Agosto, 2020 at 12:26
Cada vez é mais difícil e controlar com tanta electronica, já não é uma questão fisica como antigamente (medidas).
E no futuro outros casos virão, eu percebo a questão da limitação do fluxo de combustivel, mas seria melhor secalhar simplificar.
E como já foi sugerido noutros sítios, x litros de combustivel por corrida no deposito, acabar com modos eletrónicos de gestão on demand, acabar com informação de tempos (semelhante ao que aconteceu no wrc), pneus,..
Assim que as luzes se apagarem passar tudo a depender do piloto, engenheiros não intervém mais, acabou-se o calculo de deltas de tempo para atingir determinada performance,…
Manuel Araujo
21 Agosto, 2020 at 17:49
ainda me vou rir ao ver mais um caso tipo diesel-gate feito por uma unsuspeita e leal marca germanica… os do Sul é que são batoteiros e vigaristas…. aguardemos pacientemente a ver se tem tomates para levar a questão até ao fundo….
Ricfil
21 Agosto, 2020 at 17:52
Não me admira de alguma forma esta situação. Em 1994 a Benetton andou a época toda com um carro ilegal e a FIA não fez (nem podia fazer) nada em relação à situação.
A equipa aproveitou a estrutura regulamentar deficitária e redigida “em cima do joelho” para a transição dos bólides “activos” de 93 para os “passivos” da época de 94 e apesar da FIA confirmar a existência de software ilegal no carro – oriundo do carro da época anterior – nada podiam fazer, porque não tinham como confirmar dentro dos regulamentos que o mesmo foi alguma vez usado.
O Briatore já naquela altura sabia-a toda.
Esta situação será talvez semelhante.
Simplifiquem a componente técnica dos motores/electrónica e dos chassis e regulamentem em conformidade e sem margem para dúvidas. Não vejo outra forma de acabarem com os “fumos” que por aí andam.