Marc Priestley é um antigo mecânico da McLaren que hoje em dia se ‘movimenta’ bem nos corredores da Fórmula 1, e no seu canal de YouTube revelou que a FIA pediu recentemente a todos os fabricantes de motores de Fórmula 1 que lhes transmitissem como é o funcionamento exato do seu sistema ERS. Como se sabe, o ERS determina quanta potência o MGU-K pode fornecer e segundo Priestley a FIA suspeita que alguns fabricantes estão a exceder essa quantidade máxima, de forma semelhante à que a Ferrari manipulou o fluxo de combustível no ano passado, resumidamente, através da manipulação de um sensor. Priestley especula que a que a Ferrari está a ajudar a FIA a localizar software semelhante dos concorrentes: “Falei com várias à volta da Ferrari e entre as equipas que usam unidades motrizes Ferrari acreditam agora que têm o único motor legal a ser utilizado neste momento. Outras, que não foram investigadas com tanto rigor quanto a Ferrari, podem não estar a seguir a letra da lei”. Segundo Priestley, uma investigação está atualmente em curso…









Tudo isto está falseado pela incapacidade da FIA ( infestada de renegados da Ferrari com contas para ajustar) provar com exactidão que todos respeitam as regras. E se por uma vez o fez foi exclusivamente porque houve delação. Portanto é natural pensar na conivencia entre quem vence (há 7anos) e quem não controla, como devia.
Tocou-te na ferida… já que gostam e investigar por tudo e por nada a equipa italiana, porque não da mesma maneira todos os outros? Quem tem cu tem medo lá diz o ditado.
olha lá e não foi sempre assim? Desde a “proibição” do BT 46 ou do Lotus 88?
Se isto fôr verdade… é o fim da F1… a FIA perde toda a credibilidade como organizadora de um campeonato desta importância…
Por enquanto, vou continuar a acreditar que tem gente “com miolos” à frente da FIA…
Há quem não diga ou pense o mesmo.
A F1 actual perdeu o encanto. Só a aldrabice. Alguma coisa tem que ser feito, senão o fim está próximo. Já tenho saudades de ver um grande prémio com emoção
realmente era encantador quando a Brabham enganava a malta com tanques de agua para, com o fan car, os mapas de motores da Red Bull, o duplo travão da Mclaren ou a suspensão ativa da benetton.
A F1 sempre foi aldrabar os regulamentos, a diferença é que agora não são tão evidentes. Esse é o encanto da F1, de outra forma é melhor ver Indycar.
Não seria simples se a fia fizesse como nos anos 80, desmnte um motor, desmonte um carro e veja se está tudo legal.
Com regulamentos tão apertados qq dia em vez de regulamentar fazem um manual de instruções sobre como construir as unidades de potência e ficam todos iguais qual Porsche supercup….
Agora é tarde demais… entretanto foram 4 campeonatos. Mais do mesmo; quando se souber é mais um titulo entregue… se vale tudo, siga.
Fazem os regulamentos tão complexos que se fica com a ideia que depois não os conseguem verificar, resultando tudo numa enorme salgalhada! Como em tudo na vida, e a F1 não será exceção, as regras querem-se o mais simples possível para que o seu cumprimento seja facilmente garantido. Caso contrário, ninguém se entende! E dúvidas destas a pairar ano ar só descredibilizam o campeonato!
Cada vez é mais difícil e controlar com tanta electronica, já não é uma questão fisica como antigamente (medidas). E no futuro outros casos virão, eu percebo a questão da limitação do fluxo de combustivel, mas seria melhor secalhar simplificar. E como já foi sugerido noutros sítios, x litros de combustivel por corrida no deposito, acabar com modos eletrónicos de gestão on demand, acabar com informação de tempos (semelhante ao que aconteceu no wrc), pneus,.. Assim que as luzes se apagarem passar tudo a depender do piloto, engenheiros não intervém mais, acabou-se o calculo de deltas de tempo para atingir… Ler mais »
ainda me vou rir ao ver mais um caso tipo diesel-gate feito por uma unsuspeita e leal marca germanica… os do Sul é que são batoteiros e vigaristas…. aguardemos pacientemente a ver se tem tomates para levar a questão até ao fundo….
Não me admira de alguma forma esta situação. Em 1994 a Benetton andou a época toda com um carro ilegal e a FIA não fez (nem podia fazer) nada em relação à situação. A equipa aproveitou a estrutura regulamentar deficitária e redigida “em cima do joelho” para a transição dos bólides “activos” de 93 para os “passivos” da época de 94 e apesar da FIA confirmar a existência de software ilegal no carro – oriundo do carro da época anterior – nada podiam fazer, porque não tinham como confirmar dentro dos regulamentos que o mesmo foi alguma vez usado. O… Ler mais »