A Pirelli já concluiu a análise inicial ao pneus que estiveram no Grande Prémio da Grã-Bretanha. De recordar que Lewis Hamilton, Valtteri Bottas e Carlos Sainz sofreram furos perto do final da corrida, o que resultou num grande drama, já que Bottas caiu de segundo para 12º, Lewis Hamilton começou a ver a sua vitória em perigo e Carlos Sainz caiu para fora dos pontos.
Em comunicado a Pirelli diz que: “A razão principal são as circunstâncias individuais desta corrida, que levou ao uso extremamente longo do segundo jogo de pneus. O segundo safety-car levou a que quase todas as equipas fossem às boxes e fizessem um stint longo, cerca de 40 voltas, que é mais de três quartos do total da corrida, numa das pistas mais desafiantes do calendário.”
“Combinado com o aumento do ritmo dos carros de 2020 (o tempo da pole position foi 1.2s mais rápido do que em 2019) isso fez com que as voltas finais do Grande Prémio da Grã-Bretanha fossem muito difíceis, consequência das maiores forças que atuam nos pneus, destes que são os carros mais rápidos da história da Fórmula 1″.
“O resultado final foi uma das condições mais desafiantes para os pneus. Isso fez com que o pneu dianteiro esquerdo (aquele que sabemos sofrer mais em Silverstone) fosse colocado sobre pressão máxima após um elevado número de voltas, resultando em elevada degradação, levando a menos proteção das forças”.
O comunicado conclui com a Pirelli a confirmar que os pneus para a corrida do próximo fim de semana vão ser mais macios, mas a pressão mínima vai ser aumentada.
“Para a segunda corrida em Silverstone, a Pirelli confirma que os pneus a ser utilizados são: C2, C3 e C4, sendo mais macios do que vimos no GP anterior. A pressão mínima dos pneus será aumentada para reduzir o stress sobre a construção”.












