Se o GP da Áustria está bem encaminhado já com uma data prevista, embora sempre sujeita a mudanças, o caso em Silverstone também parece bem encaminhado mas… com muitas dúvidas ainda.
O calendário da F1 começa a ganhar forma e os responsáveis da F1 continuam a tentar encaixar o máximo de provas possível, numa época que será condensada como nunca se viu. Silverstone deverá ser palco de uma das primeiras corridas, uma vez que abriu as portas à possibilidade de receber a F1 sem público, uma necessidade nesta fase da pandemia de Covid-19.
Mas como a prova britânica não recebe apoio do estado e depende da receita de bilheteira, parece que a F1 poderá ter de pagar para ir a Silvestone.
“É claro que queremos que a corrida aconteça”, disse Stuart Pringle, diretor de Silverstone, ao The Guardian. “O desafio é como a situação se vai desenvolvendo, os custos associados a isso, a logística, as complicações … tudo isso ainda está a ser trabalhado. Não é tão simples quanto eu dar uma resposta sim ou não ou um número”, acrescenta. ” Estamos otimistas, podemos ajudar a Fórmula 1 a ter uma temporada decente e em que possamos desempenhar um papel significativo”.
Segundo alguns relatos, os voluntários que estão escalados para trabalhar no GP da Grã-Bretanha receberam uma carta a questionar a disponibilidade no dia 19 de julho.
“Com a situação geral e as diretrizes mudando rapidamente, precisamos saber quantos de vocês ainda estarão disponíveis e dispostos a participar”, pode ler-se no mail enviado aos comissários, “claramente o evento precisará ser realizado em conformidade com as diretrizes e os conselhos do ministério da Saúde. “
Curiosamente, o e-mail e o inquérito apenas se referem ao evento programado para 19 de julho, não houve menção a um segundo Grande Prémio, muito menos eventos consecutivos, como tem sido falado nos media.











