F1: Carlos Sainz quer mais igualdade

Por a 29 Abril 2020 10:45

Carlos Sainz quer mais pilotos e mais equipas a lutar por vitórias. O espanhol tem visto os videos de corridas antigas e gostava de voltar a ver isso na F1.

A era híbrida trouxe um domínio inquestionável da Mercedes, que ganhou a maioria das corridas até agora, com apenas a Red Bull e a Ferrari a conseguirem bater o pé aos alemães. Mas a F1 nem sempre foi assim e as últimas épocas da regulamentação anterior deram-nos grande variedade de vencedores. Em 2012, por exemplo seis equipas diferentes ganharam corridas e sete pilotos diferentes levantaram o troféu de primeiro classificado. Sainz quer mais disso:

“Eu tenho tido dificuldade em dormir e à noite vou assistindo corridas e de outros anos”, disse ele ao diário espanhol AS. “Vi toda a temporada de 2012 no meu telemóvel e fiquei impressionado com a igualdade. Há pouco tempo, a F1 era um desporto mais equilibrado com Maldonado, Perez, Grosjean, Raikkonen, McLaren, Ferrari, Mercedes a vencer e a lutar por pole. Isso pode ser alcançado novamente em um futuro próximo.”

É o que se espera das novas regulamentações que deverão entrar em vigor em 2022. Uma F1 em que mais equipas possam lutar por vitórias, mais pilotos possam lutar por pódios e onde a incerteza seja maior.

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5 comentários

  1. Vasco Moura

    29 Abril, 2020 at 11:24

    2012 foi um ano de equilíbrio sem igual, mas 2011 e 2013 foram bastante dominados pela combinação Red Bull + Vettel. O filtro nostálgico tem destas coisas, oculta-nos a realidade muitas vezes

    • JOAO GUEDES RODRIGUES JUNIOR JOAO

      29 Abril, 2020 at 15:58

      Ele falou sobre um ano específico, mas houveram vários anos em que a estabilidade de regulamentos e uma liberdade de engenharia maior trouxe maior equilíbrio à categoria. Veja final dos anos 80,90 e 2000. Depois desse engessamento de motores híbridos (com somente 4 fabricantes) e aerodinâmico, ficou muito difícil o desenvolvimento de soluções “fora da caixa”.
      Quando haviam 6,8 construtores de motores, grid com 30 carros. era muito mais difícil um piloto chegar ao finas da corrida, já que haviam muitos problemas de confiabilidade e acidentes de percurso. Lógico que não estou querendo ninguém morto ou ferido, mas estas variáveis na corrida faziam os pilotos e equipes não serem carrinhos de rc como são hj.
      Quantas quebras vimos nos últimos anos? Pouquíssimas e menos ainda as que não são relacionadas ao motor. Exemplo que eu me lembre 1 ou 2 quebras de suspensão.
      Cadê as quebras de cabo de acelerador, suspensão, freios que terminam no meio da corrida? Isso faz falta. Carros mais lentos que se tornam chicanes móveis e podem interferir numa disputa na ponta. Tudo isso existia e era legal.

  2. jorge f

    29 Abril, 2020 at 13:03

    É claro que a f1 perde Todo o intéresse com o dominio da Mercedes. E depois que Roseberg saiu então ainda se tornou mois monótoma. Eu tenho visto os programas da eleven 3 e vê se que esses pilotos antigos era verdadeiros herois .

  3. [email protected]

    29 Abril, 2020 at 18:51

    O “problema” da F1 é simples. Quando a fórmula está a ficar equilibrada mudam os regulamentos.
    Depois quem tiver mais dinheiro e/ou interpretar melhor as regras domina numa primeira fase.
    Interesso-me por F1 há quase 50 anos e sempre foi assim.
    O escalonamento competitivo é sempre o mesmo; Uma equipa “alfa”, a dominadora. 1-2 equipas desafiadoras com reais possibilidades de vitórias em provas e eventualmente discutir o campeonato , entre 1 e 3 com hipóteses de vitória em provas, embora remotas e depois há o resto.
    A grande diferença de décadas anteriores é a menor disparidade de andamentos entre as equipas da frente e as da cauda. Isto implica 50% das dobragens mais difíceis.

  4. Frenando_Afondo™

    29 Abril, 2020 at 19:43

    Então parem de mudar os regulamentos a cada 5 ou 6 anos.

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