Sarah Moore, como todos os outros pilotos do planeta, tem estado em casa, aproveitando esse tempo para estar no seu simulador. No entanto, apesar do simulador ajudar, Moore garante que tem de manter a sua forma física.
“Tenho gostado bastante. Nunca tinha tido tanto tempo para estar no simulador. Quanto à forma física, é um situação difícil. Estou a concentrar-me na flexibilidade, pois estar sentada em casa não é bom para os pilotos. Faço algumas sessões de cardio, mas na verdade trata-se de evitar o aperto dos músculos, pois não sabemos quando vamos receber a chamada para voltarmos a correr.” – disse Moore à Sky Sports.
Moore também falou das mulheres no desporto motorizado e da série W Series.
“Gostaria de pensar que dentro de cinco ou seis anos existirá uma mulher na grelha da Fórmula 1. Temos a Jamie Chadwick na Williams e a Tatiana Calderon na Alfa Romeo. A W Series está a ajudar a abrir os olhos a muitas pessoas. Lembro-me de ir à Áustria, para as provas de seleção, e foi surpreendente ver tantas mulheres naquele sítio.”
A última mulher na Fórmula 1 foi a italiana Giovanna Amati, em 1992, que esteve na Brabham e nos três Grandes Prémios em que participou não conseguiu qualificar-se.












