Carlos Sainz alertou para o esforço físico que os pilotos vão estar sujeitos quando regressarem à competição. Para além dos testes de pré-temporada em Barcelona, a Fórmula 1 ainda não teve mais nenhuma saída em 2020. E em termos de corrida, a última foi o Grande Prémio do Abu Dhabi em dezembro de 2019.
Assim, Sainz alertou que apesar de ser impossível gerar as forças G que existem nos carros, os pilotos têm de treinar, para não sofrer tanto, num possível regresso.
“Vai nos afetar muito o pescoço. Por muito que treines em casa, é impossível gerar as forças G de um carro. O circuito que escolherem para a primeira corrida terá muito influência.”
Na calha, para começar o campeonato, está o Grande Prémio da Áustria.
“Não é dos circuitos mais difíceis, mas vamos sofrer nas curvas rápidas. Se a primeira corrida fosse na Hungria ou em Singapura, muitos pilotos terminariam à beira do colapso.”
“As pessoas não têm noção do que a carroçaria passa durante um Grande Prémio. A única forma de estares em forma para pilotar um carro de Fórmula 1, é pilotando um carro de Fórmula 1.”











