O futuro de Toto Wolff continua em aberto. O responsável pela equipa Mercedes tem contrato até ao final de 2020 e ainda não é certo que se mantenha na estrutura alemã.
Uma das possibilidades que tem sido avançada é contratação de Wolff como CEO da F1, substituindo Chase Carey. Os responsáveis da Liberty vêem essa possibilidade com bons olhos, mas a Ferrari já torceu o nariz. Louis Camilleri admitiu que não gosta da ideia e justificou-se:
“Qualquer um que tenha tido um papel ativo e importante numa determinada equipa nos últimos anos, se assumisse essa responsabilidade na F1, criaria automaticamente conflitos de interesse. Eu pessoalmente acho que não seria uma boa ideia. A nossa posição é que, se Mattia fosse o candidato a substituir Chase Carey, acho que o resto do paddock não ficaria muito feliz com isso”, acrescentou. “É algo lógico.”
“O veto é uma espécie de ferramenta de último recurso. Se formos confrontados com isso, acho que explicaríamos a nossa posição com bastante clareza à Liberty”.










