Numa altura em que se fala das possibilidade de futuro para o WEC, eis que é anunciada uma entrada que poderá animar os fãs. A Brabham tem agendado o regresso às pistas do mundial de endurance em 2020/2021, na classe GTE Pro, usando como base o BT62, apresentado em maio.
O objectivo de regressar à competição foi assumido desde cedo e agora parte do plano fica assim esclarecido:
“Dissemos a todos, quando lançamos em maio, que queríamos competir e que o objetivo final era chegar a Le Mans. Tem havido muita especulação sobre como poderíamos fazê-lo, por isso queremos confirmar a direção que escolhemos – os GTE a tempo para a temporada 2021/22”.
“Seria errado dizer que será um carro totalmente novo”, disse ele. “Será um desenvolvimento do que temos agora, um carro que construímos com corridas de resistência em mente, mas o que será exatamente e como será chamado virá mais tarde.”
A marca procura agora apoios e parceiros para continuar o desenvolvimento já iniciado do carro, que manterá o motor V8 de 700 cv, sendo que a última fase de preparação do BT62 antes das entregas aos clientes, conta com uma extensiva bateria de testes de endurance, já com a competição em mente. Os carros serão desenvolvidos em Adelaide mas a marca pretende estabelecer-se na Grã Bretanha para desenvolver a sua máquina de competição que poderá estar também disponível a equipas clientes.
Para Pierre Fillon, presidente do ACO este anuncio é uma excelente notícia:
“Para a ACO, o regresso do nome Brabham às corridas de resistência é muito mais do que simbólico”, disse ele. “Demonstra uma lealdade notável e um extraordinário espírito competitivo”.
Neste projecto estão envolvidos David Brabham. O seu filho Sam e Matthew , filho de Geoff Brabham, poderão estar na calha para pilotos da equipa, tornando assim o regresso do nome Brabham ainda mais simbólico.












