Com os atuais regulamentos da F1 é compreensível que vários pilotos estejam à beira de sofrer penalizações pelo uso de elementos de motor para além do número máximo permitido nos cinco Grandes Prémios que ainda faltam disputar. Para alguns deles as penalizações com perdas de posições na grelha de partida até já aconteceram. Na Mercedes Lewis Hamilton já utilizou 4 motores de combustão interna (ICE), 4 turbo, 4 MGU-H, 3 MGU-K, 3 unidades de armazenamento de energia (ES) e três controlos eletrónicos (CE). Um contraste com Sebastian Vettel, que já usou 5 ICE, 5 turbo, 5 MGU-H, três MGU-K, 4 ES e 4 CE.
Na Red Bull o panorama é ‘negro’, pois Daniel Ricciardo já usou 5 ICE, 5 turbo, 6 MGU-K, 3 MGU-H, 3 ES e 3 CE, enquanto que Max Verstappen usou 5 ICE, 5 turbo, 5 MGU-K, 3 MGU-H, 3 ES e 3 CI. Valtteri Bottas usou 4 ICE, 4 turbo, 4 MGU-K, 3 MGU-H, 3 ES e 3 CE. Kimi Raikkonen já vai em 3 ICE, 4 turbo, 4 MGU-K, 3 MUG-H, 3 ES e 3 CE. Na Williams os dois pilotos estão em situação idêntica, com 4 ICE, 4 turbo, 4 MGU-K, 3 MGU-H e 3 ES, sendo que Lance Strol só usou 2 ES, contra 3 de Felipe Massa. A McLaren é a que tem a situação pior. Fernando Alonso já vai nos 7 ICE, nos 9 turbo, nos 9 MGU-K, 7 MGU-H, 6 ES e 5 CE, enquanto Stoffel Vandoorne usou 7 ICE, 10 turbo, 10 MGU-K, 7 MGU-H, 6 ES e 6 CE. Na Renault os dois pilotos estão um pouco melhor, com 4 ICE, 4 turbo, 5 MGU-K, 3 MGU-H, 4 ES e 4 CE para Nico Hulkenberg e 4 ICE, 5 turbo, 5 MGU-K, 3 MGU-H, 4 ES e 4 CE para Jolyon Palmer.









