Apesar da chuva torrencial que afetou o início do Grande Prémio da Grã-Bretanha, e que resultou numa partida lançada com o safety-car em pista, o eventual vencedor e autor da pole-position, Lewis Hamilton, acredita que a entrada do carro de segurança não era necessária. Os pilotos só foram autorizados a correr sozinhos a partir da sexta volta, e antes disso Hamilton esteve prestes a ter um encontro imediato com o AMG GT conduzido por Bernd Maylander, explicando depois que o andamento lento do safety-car o impediu de aquecer convenientemente os travões.
“Os travões traseiros estavam gelados, muito baixos em temperatura. Procurava aumentar o calor, mas o safety-car era tão lento, não consegues imaginar. O nosso carro é muito rápido e não consegues ver muito bem atrás dele. Travei e o carro não parava, portanto quase que o atingi. Seria uma estreia, por isso ainda bem que não o fiz”, disse Hamilton.
O piloto da Mercedes acrescentou que havia mais água na pista quando venceu pela primeira vez em Silverstone, em 2008, e que por esse motivo a presença do safety-car não era necessária:
“Penso que poderíamos ter partido normalmente da grelha. Havia poças de água em todo o lado, mas as corridas são assim mesmo. Ficámos atrás do carro de segurança demasiado tempo. Estava na altura de mudar para intermédios quando ele regressou ao pitlane. Penso que havia mais água em pista em 2008 quando partimos da grelha”, concluiu.












