António Félix da Costa assegurou hoje em Zandvoort o melhor resultado da sua carreira no DTM, o segundo, igualando o feito de Filipe Albuquerque, em Valência 2011. O piloto da BMW esteve muito forte na corrida, realizou um arranque muito bom em que ultrapassou o homem da pole, o brasileiro Augusto Farfus. Depois, passou toda a corrida na perseguição a Marco Wittmann, o Campeão do DTM em título. O piloto português revelou ao AutoSport que passou a primeira parte da corrida a “olhar pelos pneus” e sete voltas do fim passou a atacar fortemente o líder da corrida, fazendo pelo menos um tentativa clara de ultrapassagem. Contudo, os riscos eram grandes, e de algum modo acabou por ser preferível assegurar um fabuloso resultado de conjunto para a BMW do que arriscar que algo corresse mal na tentativa de vencer:
“Sabia que tinha andamento para vencer, mas este é o meu primeiro grande resultado no DTM, portanto era importante trazer o carro para casa e por um lado acho que esta grande reviravolta na nossa época é importante. Por isso não quis correr grandes riscos, e fico muito contente de finalmente ter mostrado o que é possível fazer. Mais perto do fim da corrida senti que tinha um bocadinho mais de andamente que o Marco wittmann, mas tínhamos que manter o risco sob controlo e por isso decidi manter o segundo lugar” disse Félix da Costa que explicou ainda como foi para si a corrida:
“O DRS ajudou um bocadinho a manter-me perto do líder, mas mesmo sem o DRS tinha andamento para ele. Amanhã temos outra oportunidade, vamos trabalhar na qualificação e depois tentar vencer. Já aqui ganhei à chuva na Formula Renault, não +e muitoi provável que chova, mas é igual para todos e estou totalmente preparado” disse Félix da Costa que finalmente pode mostrar que quando tem um carro bom, pode perfeitamente lutar pelos lugares da frente, pois rapidez não lhe falta, como ficou hoje perfeitamente provado.











