Numa atitude prudente, Manuel Mello Breyner, presidente da FPAK, optou por não comentar o grave acidente do passado domingo no Rali Sprint de Guimarães que recorde-se, vitimou fatalmente três pessoas e feriu cinco.
Depois de, numa atitude inédita a nível federativo, ter ordenado a constituição de uma Comissão de Inquérito para investigar o acidente – da qual fazem parte os nomes de
Paulo Campos (FPAK), Carlos Cruz (Demoporto), Paulo Magalhães (GAS), Gonçalo Nuno (Comissário Técnico da FPAK), Rui Silva (Comissário Técnico do CAMI), José Pedro Leite (Comissário Desportivo da FPAK) e Eduardo Crespo (Motor Clube Guimarães) – Mello Breyner referiu que “não vou comentar o acidente, nem toda a sua envolvência enquanto não conhecer os resultados da Comissão de Inquérito criada para a sua investigação”.
O presidente da FPAK explicou que “não há um prazo para que a Comissão de Inquérito criada apresente um relatório final mas, como é evidente, quanto mais cedo houver resultados melhor pois pretende-se que a situação não se arraste por tempo indeterminado como normalmente acontece com as Comissões de Inquérito criadas em Portugal”.
Em relação à questão dos Ralis Sprint e, nomeadamente, à parte sensível da segurança deste tipo de provas, Mello Breyner deixa para mais tarde uma análise mais profunda do tema, referindo também que “até haver resultados da Comissão de Inquérito não faço nenhum comentário também em relação a essa matéria”.











