Depois de o diretor da Citroën, Yves Matton, ter tecido duras críticas a Kris Meeke, fruto os acidentes de que foi protagonista esta época na Sardenha e na Polónia, o britânico veio agora a público minimizar tais comentários.
Assumindo a responsabilidade pelo sucedido na Sardenha, Meeke não vê culpas pelo acidente no shakedown da Polónia. “A Sardenha foi um grande desapontamento, e penso que o Yves ficou desapontado, evidentemente. Na Polónia fiz um bom rali, apesar de não termos feito um pré-teste para o rali o que se revelou um handicap para nós. Errámos na escolha de pneus, mas sem isso, tinhamos estado a lutar com o Hayden Paddon. Do meu ponto de vista, a Sardenha foi um caso pontual, e foi tudo”, explicou.
Sobre o facto de o seu lugar na Citroën poder estar em risco, “para ser honesto, tenho pilotado a maior parte da minha carreira sem nunca ter o futuro garantido e, neste momento, parece ser esse novamente o caso. Na verdade não me faz diferença. Estou sempre sob pressão para conseguir estar no próximo rali e fazê-lo bem, para conseguir um bom resultado e para garantir uma nova temporada”.
Recordando as palavras de Yves Matton, “não posso aceitar quando um piloto se despita na primeira especial do Rali da Sardenha, e depois faz o mesmo no shakedown do Rali da Polónia. Quando estamos a competir a este nível não podemos cometer erros destes. Em dois ralis ele destruiu uma hipótese de vitória. Quando se é um piloto profissional e já se conduz este carro há mais de um ano, o piloto tem de se adaptar ao comportamento do carro”, afirmou entende Matton.







