A Fórmula 1 poderá ter novos regulamentos de motores em 2016, depois de Bernie Ecclestone propor ao Grupo Estratégico largar as atuais regras dos V6 turbo. As novas unidades motrizes de 2014 deram bastante polémica devido ao seu baixo som, complexidade e elevado custo para os seus fabricantes e clientes.
Segundo a publicação ‘Auto Motor und Sport’, os motores vão soar mais alto, vão ter mais potência (1.000 cv será o objetivo) e, importante para muitos, deverão ter que cumprir um preço máximo de 10 milhões de euros por equipa. A proposta encontrar-se-á neste momento a ser estudada por um grupo que deverá apresentar as suas conclusões já em janeiro – um prazo naturalmente muito em cima para a época de 2015, pelo que as novidades só deverão chegar em 2016.
Entretanto, a reunião desta quinta-feira do Grupo Estratégico da F1 terá decidido também que com 20 ou 21 corridas, continuará a haver o limite de quatro motores por piloto no próximo ano, devido ao custo elevado (a rondar o milhão de euros) que um motor adicional traria para as equipas-cliente.










