“Adoraria fazer o rali mas é caro e provavelmente apenas o farei quando terminar a minha carreira”, referiu Villas-Boas, que no último Rali de Portugal fez um co-drive num dos Fiesta WRC e que já foi visto este ano nos Grandes Prémios do Mónaco e da Bélgica de Fórmula 1.
“Os futebolistas não são autorizados a andar de moto – mas o treinador escapa! A paixão pelas duas rodas é algo que nasceu comigo. A minha primeira moto foi uma Yamaha XT350, um motor pesado para arrancar. Depois tive Hondas e KTMs, além das motos de enduro que tenho em casa. Tenho uma cabeça um bocado louca e é por isso que gosto de motos de enduro – às vezes meto-me nas montanhas, no meio das rochas e quase me mato!” Villas-Boas revelou que quando treinava as camadas jovens do FC Porto tirou uma licença desportiva, mas partiu um braço na primeira prova em que entrou.
“Não sou daquelas pessoas obcecadas por futebol. Não sou dos que chegam a casa e veem jogos da segunda divisão da Alemanha. As motos são o meu escape. Tenho uma que já fez o Paris-Dakar (uma KTM ex-Cyril Despres) e adoraria um dia fazer o rali com ela”. O técnico do Chelsea é familiar de Pedro Villas-Boas, antigo navegador que participou no Dakar ao lado de José Megre e que ajudou a fundar o Clube Aventura.











