O Rali da Finlândia foi a prova mais pontuada entre as dezasseis do calendário do WRC de 2007, na frente do recém entrado Rali da Irlanda, enquanto a prova portuguesa, que como se sabe regressou ao Mundial de Ralis em 2007, após uma ausência de cinco anos, foi igualmente pontuada entre as melhores.
Na verdade, e ao contrário do que sucedia no passado, os relatórios da FIA servem essencialmente como um instrumento de trabalho, para que as diversas organizações percebam onde podem – e devem – melhorar, e não para promover competição entre elas.
Neste contexto, para 2008, a FIA alterou mesmo a forma de análise nos relatórios, substituindo os valores por adjectivos, tais como “inaceitável” ; “standard” ; “bom” e “muito bom”, que obviamente podem permitir uma avaliação diferenciadora, mas torna mais complicada a existência dum ranking de provas, que não é, claramente, um objectivo da entidade máxima do desporto automóvel.
São boas notícias para os portugueses, já que apesar da existência dos problemas que todos se recordam, ainda assim a prova alcançou um nível que muitas vezes teve no passado, como por exemplo em 2000, quando foi considerada a prova que mais evoluiu de um ano para o outro.











