Como os próprios responsáveis da equipa já tinham antevisto, a Subaru esteve bem melhor no México, já que a configuração do motor do Impreza WRC 07 é mais apropriada porque tem o maior diâmetro e o menor curso de todos os WRC. Isso significa que nos altos regimes o motor é mais “solto”.
Assim sendo, não surpreende a prova de Chris Atkinson, que foi o único piloto capaz de alimentar alguma esperança na vitória, ainda que muito longe de Loeb e Latvala, mas a uma distância que lhe permitia aproveitar qualquer problema dos homens da frente, o que sucedeu relativamente a Latvala.
Com um Subaru Impreza melhorado, mas sobretudo particularmente eficaz nos troços mexicanos, o australiano jogou pelo seguro ao não atacar Loeb na derradeira “etapa”, mas conseguiu assegurar o segundo lugar, obtendo a sua melhor classificação de sempre num rali do Mundial e voltando a humilhar Petter Solberg, norueguês que se pode queixar de múltiplos problemas (desde travões à transmissão) que o levaram, inclusive, a abandonar no segundo dia.
De qualquer modo, graças a Atkinson, desde 2005 que a Subaru não sentia o “cheiro” da vitória tão perto, o que faz sonhar David Richards com a quebra do jejum prolongado no próximo Rali da Argentina e antes mesmo da estreia do novo Impreza S14 que, para já, continua sem data marcada.











